Sábado, 11 de Setembro de 2004

Direito à vida

 O direito à vida é para o homem, o direito fundamental. E, contudo, uma certa cultura contemporânea quis negá-lo, tranformando-o num direito "incómodo", que há que defender. Mas não há nenhum outro que diga tão intimamente respeito à existência mesma da pessoa! Direito à vida significa direito a nascer e, depois, a perseverar na existência, até à sua extinção natural.  João Paulo II - Atravessar o limiar da esperança


               ( tem continuação)


 

publicado por Paulo do Porto às 19:49
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18 comentários:
De Anónimo a 16 de Setembro de 2004 às 19:27
O "funcionárrio público" está farto dos argumentos, mas eu também estou farto dos argumentos contrários.Veja-se um exemplo: os acidentes nas auto-estradas não diminuem e quase ninguèm cumpre os chamados "120 Km/h".Então eu pergunto vamos legalizar velocidades de mais de 200 Km/h?E já agora constatei que depois da legalização do aborto no Reino Unido, este em poucos anos disparou para o dobro....Novavida(autor do blog)
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De Anónimo a 16 de Setembro de 2004 às 10:04
estou farto dos mesmos argumentos.
uma mulher que queira mesmo praticar o aborto, fá-lo, seja rica e o faça em espanha, seja pobre e acabe nas urgências do hospital. nenhuma lei nunca deterá uma mulher determinada.
o direito à escolha é por isso inegável, incontornável. sendo assim, acho que cada mulher, se o decide na prática, também o deveria decidir legalmente. a fanática religiosa que não aborte, tudo bem, mas não venha impôr a sua visão estreitinha a uma mulher que o fará, legal ou ilegalmente.o funcionário publico
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De Anónimo a 14 de Setembro de 2004 às 23:11
Olá vim agradecer a visita...dormir de 7h a 10h é mt importante...passo por cá outra altura. Fique bem.Lady.Lady
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De Anónimo a 14 de Setembro de 2004 às 10:47
ϑO problema quanto a mim é a teia complicadíssima em que nos metemos, cultura versus religião. Definitivamente não coincidem, pelo menos desta maneira. Num certo comentário a um post meu presente no meu território 'Terra04' Pseudoescritor definiu bem o ponto de situação em que nos encontramos. Ninguém perde nada por lá dar uma espreitadela. O artigo intitula-se 'Decepção'. Voltarei em breve. Até já.Absconditum Mentis
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De Anónimo a 13 de Setembro de 2004 às 23:31
As condições que esperam a vida de cada um à nascença não podem ser previstas... Quantos filhos planeados acabam por viver miserávelmente e quantos filhos de gente pobre acabam por ultrapassar limites? Pois é... Não podemos decidir a vida e a morte de modo tão superficial, baseados em conjecturas... Quando alguém prevê que uma vida poderá ser miserável, um outro poderá prever precisamente a situação inversa...Paulo Leote
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De Anónimo a 13 de Setembro de 2004 às 22:40
...nascer e depois viver...em que condições???Ah, pois é!...blueshell
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De Anónimo a 13 de Setembro de 2004 às 21:31
Peço imensa desculpa "Lady Drella", não era minha intençao ofender nada nem ninguém, apenas dei o meu ponto de vista de um forma cordial e simples.Respeito a tua opinião e jamais entraria em confronto contigo ou com qualquer outra pessoa sobre este assunto e consigo respeitar a opinião dos outros e ver que ha pessoas que sofreram muitas frustraçoes na vida, nomeadamente que nunca lhes ensinaram que não é por os outros terem uma opiniao diferente da nossa que temos o direito de os ofender ou desrespeitar de alguma forma.xana
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De Anónimo a 13 de Setembro de 2004 às 17:40
Tão facilmente se apanha o SIDA como se engravida inadvertidadente. A diferença é que ao apanhar O SiDa se está a desperdiçar a própria vida e com a Interrupção invol Grav. está-se a tirar a de outra pessoa. Ambos os flagelos se poderiam evitar mediante simples medidas de precaução. Concordo perfeitamente com os receios de se estar a transformar o aborto numa medida de contracepção. Quanto às opiniões que manifestam a porfunda sensibilidade e mágoa das senhoras que o praticam, esperemos que esses sentimentos não sejam apenas vocábulos vazios... Ora bolas... É que um dos principais sentimentos que levam ao aborto é a vergonha e o receio pelas criticas sociais. Não fora assim, e as meninas que abandonam os filhos recém nascidos nos caixotes de lixo, ou à porta das insatituições, entrega-los-iam pela propria mão - Bastava dizer - Não tenho condições... A propósito, ao invés de fomentar a prática Da I.V.G. não seria melhor criar instituições encarregues de cuidar das crianças enjeitadas à nacença por essas mães tão vergonhosas??? Eu continuo fiel à minha opinião - O risco de ingravidez involuntária é directamente proporcional ao risco de contrair o SIDA - Previnam-se... Já ouviram falar na "roda dos expostos"?. Era uma verdadeira instituição, naqueles tempos em que ainda não existiam métodos contraceptivos.Paulo Leote
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De Anónimo a 13 de Setembro de 2004 às 14:02
Olha João da Cal,excepções talvez sim, mas essas talvez já estejam na Lei... Nova Vida ( Paulossr)
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De Anónimo a 13 de Setembro de 2004 às 13:53
de facto direito a' vida e' o direito de existir, mas em k condiçoes? as x vemos crianças k sofrem logo desde k nascem, sera' isso viver, existir? um bjo.tulipa
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