Domingo, 16 de Outubro de 2005

...

Se a liberalização do aborto é sinónimo de modernidade e desenvolvimento, o que dizer do milagre do desenvolvimento económico e cultural da Irlanda, país que é o mais "atrasado" na Lei do aborto?

Se o problema do aborto ( prisão das mulheres ) se resolve com a liberalização até ás 10 semanas, o que acontecerá à mulher, ou ao casal que abortar ILEGALMENTE com 11 semanas?

O que pensar dos Portugueses que se dizem católicos ( ganda peta) , mas não respeitam, ou não concordam com as Leis da Igreja ?

O que dizer daqueles que defendem o aborto, mas estão contra a matança do touro? Será que os touros são mais dignos que a vida intra-uterina? Podem responder, mas não me venham com a treta que são coisas diferentes, porque nesse caso, tudo é diferente...

O Ministério da saúde, já informou que a intervenção cirúrgica nos casos de aborto será considerada URGENTE nos hospitais públicos. Será que o crime compensa? Será que os que estão verdadeiramente doentes irão para a bicha... perdão para a fila? E será que os que não concordam irão pagar estas urgências com os seus impostos?

...E no caso das clínicas privadas ( empresas que querem ter lucro), será que vão fazer publicidade ( mesmo que ilegal), tal como: " Não perca a sua saúde, por causa dos gémeos que tem dentro de si - por apenas 300 euros, e um fim de semana para casal a sortear: nas Caraíbas!

Dizem: " É melhor legalizar, porque o problema não se resolve e não e assim é melhor controlado". Pois! E o pensar se algum marciano disser: " legalizem as drogas duras, legalizem a pena de morte, porque os casos joanas nunca mais acabam e assim evitam-se as vinganças do povo e morre-se com mais dignidade e sem dor"... o que pensar?

O que pensar quando daqui a vinte anos muitas portuguesas exigirem ao Estado churudas indeminizações ( porque está provado que o aborto, legal e ilegal provoca na mulher danos psicológicos, na maioria dos casos para toda a vida)? Será que vamos ter um caso semelhante às tabaqueiras norte-americanas? E, se se vier a comprovar ( para já apenas há indícios) que o aumento de abortos numa mulher, faz aumentar a probabilidade de contrair certos tipos de cancro?

O que pensar das sondagens dizerem que a percentagem daqueles que estão CONTRA a legalização total do aborto até às 10 semanas é superior nas mulheres e inferior nos homens? Será que as mulheres com o seu sexto sentido, já perceberam que com a liberalização total os homens poderão fugir mais facilmente das mulheres nos casos mais bicudos, porque jã não existe bebé, nem família?






Se a liberalização do aborto é sinónimo de modernidade e desenvolvimento, o que dizer do milagre do desenvolvimento económico e cultural da Irlanda, país que é o mais "atrasado" na Lei do aborto?

Se o problema do aborto ( prisão das mulheres ) se resolve com a liberalização até ás 10 semanas, o que acontecerá à mulher, ou ao casal que abortar ILEGALMENTE com 11 semanas?

O que pensar dos Portugueses que se dizem católicos ( ganda peta) , mas não respeitam, ou não concordam com as Leis da Igreja ?

O que dizer daqueles que defendem o aborto, mas estão contra a matança do touro? Será que os touros são mais dignos que a vida intra-uterina? Podem responder, mas não me venham com a treta que são coisas diferentes, porque nesse caso, tudo é diferente...

O Ministério da saúde, já informou que a intervenção cirúrgica nos casos de aborto será considerada URGENTE nos hospitais públicos. Será que o crime compensa? Será que os que estão verdadeiramente doentes irão para a bicha... perdão para a fila? E será que os que não concordam irão pagar estas urgências com os seus impostos?

...E no caso das clínicas privadas ( empresas que querem ter lucro), será que vão fazer publicidade ( mesmo que ilegal), tal como: " Não perca a sua saúde, por causa dos gémeos que tem dentro de si - por apenas 300 euros, e um fim de semana para casal a sortear: nas Caraíbas!

Dizem: " É melhor legalizar, porque o problema não se resolve e não e assim é melhor controlado". Pois! E o pensar se algum marciano disser: " legalizem as drogas duras, legalizem a pena de morte, porque os casos joanas nunca mais acabam e assim evitam-se as vinganças do povo e morre-se com mais dignidade e sem dor"... o que pensar?

O que pensar quando daqui a vinte anos muitas portuguesas exigirem ao Estado churudas indeminizações ( porque está provado que o aborto, legal e ilegal provoca na mulher danos psicológicos, na maioria dos casos para toda a vida)? Será que vamos ter um caso semelhante às tabaqueiras norte-americanas? E, se se vier a comprovar ( para já apenas há indícios) que o aumento de abortos numa mulher, faz aumentar a probabilidade de contrair certos tipos de cancro?

O que pensar das sondagens dizerem que a percentagem daqueles que estão CONTRA a legalização total do aborto até às 10 semanas é superior nas mulheres e inferior nos homens? Será que as mulheres com o seu sexto sentido, já perceberam que com a liberalização total os homens poderão fugir mais facilmente das mulheres nos casos mais bicudos, porque jã não existe bebé, nem família?
















publicado por Paulo do Porto às 18:50
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